A Sociedade Portuguesa da Cruz Vermelha (SPCV), depois Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) fundada pelo médico militar José António Marques, iniciou a sua atividade a 11 de fevereiro de 1865, sob a designação de Comissão Provisória para Socorros a Feridos e Doentes em Tempo de Guerra.
Vila Real, através da sua imprensa regional, no último terço do século XIX, foi acompanhando a atividade desta sociedade. Muitos vila-realenses, assim como várias instituições, foram chamados a apoiar as suas iniciativas cada vez mais frequentes, a inscreverem-se como associados e a contribuírem financeiramente para as atividades a desenvolver. O contexto da Primeira Guerra Mundial ajudou a acelerar o processo da criação de uma delegação da Cruz Vermelha em Vila Real. São momentos importantes, os seguintes:
LISTA DE PRESIDENTES APÓS REINSTALAÇÃO
Fernando Ferreira Borges – 1977.07.28 a 1988.05.02
Professor Doutor Fernando Nunes Ferreira Real – 1988.05.03 a 1991.10.28
Dr. Armando Afonso Moreira – 1991.10.29 a 2008.06.29
Coronel António Francisco Dias Vieira – 2008.06.30 a 2016.09.14
Coronel Joaquim do Cabo Sabino – 2016.09.15 a 2021.01.26
Coronel Fernando Artur Ferreira Teixeira – 2021.01.28 a 2022.02.14
Coronel Cesário Filipe Barros da Rocha – desde 2022.02.15
FACTOS RECENTES MAIS RELEVANTES
Ao longo das últimas décadas foi aumentada a disponibilidade de ajudas técnicas (camas articuladas, cadeiras de rodas, andarilhos e canadianas), melhoradas as instalações, renovada a frota automóvel para dar resposta aos pedidos de transporte de vítimas de violência doméstica e de emergência social e introduzidas novas valências para dar resposta às necessidades dos novos tempos.
CONDECORAÇÕES / DISTINÇÕES
A Delegação foi distinguida pela Câmara Municipal de Vila Real com a:
Presidente da Delegação de Vila Real:
Coronel, Cesário Filipe Barros da Rocha
Vice – Presidentes:
Professor, Manuel da Conceição Coutinho
Dra. Sofia Margarida Neves Martins
Tesoureiro:
Sargento-Mor, João Carlos Gomes dos Santos
Vogais:
Tenente-Coronel, António Fernando Correia Tabosa
Enfermeira, Maria Emília Gonçalves Sarmento
Enfermeira, Maria Joana dos Santos
A Delegação de Vila Real desenvolve a sua missão em obediência aos Estatutos da Cruz Vermelha Portuguesa e age em conformidade com as normas do Direito Internacional Humanitário, tendentes a garantir o respeito pela dignidade da pessoa humana, a favorecer a paz, a minimizar os efeitos negativos dos conflitos e a proteger a vida a e saúde das populações.
Visão
Maximizar, de uma forma sustentável, a nossa intervenção otimizando o conhecimento e respondendo às necessidades da comunidade, tendo sempre presente a perspetiva da pessoa, da sociedade, da inovação e da aprendizagem contínua.
Missão
Ser instituição de referência pela qualidade e equidade dos serviços prestados, promovendo o desenvolvimento social da comunidade por via da prestação de serviços que satisfaçam as necessidades e expetativas das pessoas visando a melhoria da sua qualidade de vida, sempre adjacente aos nossos Princípios Fundamentais: Humanidade, Imparcialidade, Independência, Neutralidade, Voluntariado, Unidade e Universalidade.
Delegação de Esposende
Rua Bombeiros, 3A – 45
4740-291 Esposende
Telefone: 253 963 113
Email: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
Extensão de Apúlia
R. do Facho 13
4740 Apúlia Esposende
Telefone: 253 968 595
Email: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
Em caso de dúvida, contactar Cristina Lamy do serviço de Comunicação, Imagem e Relações Públicas na sede nacional CVP pelo email Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
No âmbito do projeto de Responsabilidade Social que se tem vindo a implementar nos últimos anos, lançamos uma campanha de recolha de bens.
Pedimos o vosso contributo em roupa, géneros alimentares, livros, brinquedos, entre outros bens, que se encontrem em estado novo ou passível de reutilização, ou seja, produtos com utilidade social.
Faça uma entrega
253 963 113
Podem ser membros da Cruz Vermelha Portuguesa, na forma, condições e com os direitos, deveres e responsabilidades que, para cada um dos casos, sejam determinados, as pessoas singulares ou coletivas, nacionais ou estrangeiras, que acatem os Princípios Fundamentais e demais normas que regem a Instituição e se disponham a servi-la.
Torne-se Membro
253 963 113
No âmbito do projeto de Responsabilidade Social que se tem vindo a implementar nos últimos anos, lançamos uma campanha de recolha de bens.
Pedimos o vosso contributo em equipamentos ortopédicos, que se encontrem em estado novo ou passível de reutilização.
Faça uma entrega
253 963 113
Os fundos angariados destas tampinhas servem para a aquisição de ajudas técnicas solicitadas no âmbito Social.
As tampas para reciclagem podem ser de detergentes, champô, embalagens de bebidas, embalagens de leite, entre outras.
Faça uma entrega
253 963 113
No âmbito do projeto de Responsabilidade Social que se tem vindo a implementar nos últimos anos, lançamos uma campanha de recolha de bens.
Pedimos o vosso contributo em roupa, que se encontrem em estado novo ou passível de reutilização.
Faça uma entrega
253 963 113
Embora os benefícios sejam incontáveis para mulheres e crianças, o investimento global em políticas e programas de apoio ao aleitamento ainda não é suficiente. Como o mundo agora está focado em alcançar os novos objetivos de desenvolvimento sustentável e de saúde, há uma oportunidade única de aumentar este apoio.
Seja Madrinha/Padrinho
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Membros Ativos:
Membros Contribuintes:
Membros Beneméritos:
São sete os princípios básicos nos quais assenta o perfil do voluntário da Cruz Vermelha:
Participativo
Concretizado através das diferentes atividades e nos órgãos próprios da Instituição.
Comprometido
Com todos, em especial com os mais vulneráveis.
Capacitado/Formado
O voluntário deve ter uma formação específica para a atividade que desenvolve.
Motivado
Fundamental para a continuidade do Voluntariado, supõe uma especial atenção às expectativas e necessidades do voluntário, bem como um acompanhamento da sua ação.
Disponível
Para as tarefas que se propõe, bem como no tempo dado à formação e participação. Polivalente - a participação deve ser diversificada a nível do campo de ação, rentabilizando ao máximo os recursos.
Cooperativo
Ser capaz de trabalhar em equipa é fundamental para o desenvolvimento dos objetivos a que se propõe a Instituição.
Cada voluntário assume responsabilidades de acordo com a Sociedade Nacional da Cruz Vermelha ou do Crescente Vermelho para a qual escolheu trabalhar, e também de acordo com aqueles a quem oferece ajuda.
A relação do voluntário com a atividade que desenvolve na Cruz Vermelha implica:
Envolvimento pessoal
Assunção dos Princípios Fundamentais.
Prestação de serviços de forma não remunerada e desinteressada.
Liberdade para desenvolver uma atividade voluntária dentro do campo de atuação da Cruz Vermelha.
Participação na vida da comunidade para melhorar as condições de vida dos seus semelhantes.
Participação voluntária cooperante, tentando obter um maior nível de humanização da sociedade através da cooperação entre os diferentes atores e fatores sociais.
Ser informado sobre os Princípios Fundamentais da Cruz Vermelha, o Código de Ética, a filosofia do Voluntariado Cruz Vermelha/Crescente Vermelho, as quatro Convenções de Genebra e os seus Protocolos Adicionais.
Conhecer os objetivos, estrutura e funcionamento da Instituição.
Receber informação sobre os objetivos, duração e lugar da atividade que vai realizar.
Receber formação inicial e contínua.
Aceder a uma tarefa específica e bem definida.
Realizar a ação voluntária de acordo com as suas capacidades, aptidões e interesses.
Respeitar o compromisso estabelecido com a Cruz Vermelha.
Ser reconhecido pelo trabalho que desenvolve com acreditação e certificação.
Participar nas decisões que dizem respeito ao seu trabalho.
Integrar uma apólice de seguros de acidentes pessoais.
Deveres
Agir de acordo com os Princípios Fundamentais do Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho e promover a sua difusão.
Familiarizar-se com o Código de Ética, os Princípios Fundamentais, a filosofia do Voluntariado Cruz Vermelha/Crescente Vermelho, as quatro Convenções de Genebra e os seus Protocolos Adicionais.
Em caso de dúvida sobre a posição da Cruz Vermelha ou Crescente Vermelho, pedir um conselho, antes de agir, à sua Sociedade Nacional.
Reconhecer e respeitar os direitos consignados nos Estatutos e Regulamentos da Instituição.
Desempenhar as missões sem qualquer discriminação quanto à nacionalidade, raça, sexo, opiniões políticas ou crenças religiosas.
Respeitar as regras relativas ao uso do emblema e impedir o seu abuso.
Preparar-se para as atividades e funções que lhe são confiadas.
Empenhar-se em oferecer um serviço da melhor qualidade possível.
Respeitar a dignidade individual e o desejo de discrição daqueles a quem presta apoio.
Promover a compreensão mútua e um bom funcionamento em equipa.
Responder às necessidades de outrem com humanidade e empatia
Ser capaz de transmitir a informação recebida ou o conhecimento adquirido, e avaliar o trabalho desenvolvido.
Participar ativamente na Instituição conforme estipulado nos seus Estatutos e Regulamentos.
3 de Maio de 2016
APOIO AOS PEREGRINOS A PÉ
À Semelhança dos anos anteriores, a Cruz Vermelha Portuguesa Delegação de Esposende e Extensão de Apúlia está apoiar os peregrinos que rumam ao Santuário de Fátima, através de cuidados enfermagem, massagens e distribuição de géneros alimentares e águas.
Para além destes apoios, este ano, foi oferecido Kits de primeiros socorros, a cerca de 100 peregrinos que partem do concelho de Esposende: 2 grupos de Apúlia, 1 grupo de S. Bartolomeu Mar e 1 grupo de Esposende.
